O Sintrasp esteve na EMEIF Benedito Alves Turíbio na tarde desta quinta, 2 de julho, para acompanhar e prestar apoio a uma Inspetora de Alunos agredida por uma mãe de aluno dentro da sala de aula na quarta (1º de julho). A visita foi realizada pelo presidente Jessé de Castro Moraes, pelo vice-presidente para a Saúde, Toninho do Caps, e pela diretora responsável pela Pasta da Mulher, Professora Sheila Timóteo. A entidade foi até a unidade para apurar o ocorrido, orientar a trabalhadora e acompanhar as providências necessárias diante da gravidade do caso.
SITUAÇÃO EXPÕE FALHAS E VIOLÊNCIA NO AMBIENTE ESCOLAR
Além da agressão verbal e física sofrida pela Servidora durante o exercício de suas funções, o episódio evidenciou outra situação preocupante. A profissional, que integra o quadro de apoio da Educação, estava substituindo uma professora em sala de aula, desempenhando uma função que não faz parte de suas atribuições. Segundo relatos, a agressão ocorreu diante dos estudantes e de outros trabalhadores da escola, causando indignação e reforçando a necessidade de garantir condições adequadas de trabalho e segurança para todos os servidores da rede municipal.
ORIENTAÇÃO JURÍDICA E SOLIDARIEDADE AOS TRABALHADORES
Durante a visita, os dirigentes do Sindicato orientaram a Servidora sobre os procedimentos legais, incluindo o registro do boletim de ocorrência, já realizado, a realização do exame de corpo de delito e a abertura da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), documento obrigatório em situações dessa natureza. O Sintrasp também atuou em conjunto com a APOS (Associação dos Professores de Osasco), que esteve presente na unidade para prestar solidariedade e apoio aos profissionais, mesmo a vítima não pertencendo ao magistério.
SINDICATO COBRA RESPONSABILIZAÇÃO E GARANTIAS À EQUIPE
Após o atendimento à Servidora, representantes do Sintrasp e da APOS realizaram uma reunião com os trabalhadores da escola para reafirmar que acompanharão o caso até sua conclusão. A entidade destacou que episódios de violência contra Servidores públicos são inadmissíveis e defendeu que a agressora seja devidamente responsabilizada. O Sindicato também reforçou que permanecerá vigilante para garantir que nenhuma medida ou penalidade recaia injustamente sobre os profissionais da unidade, que atuavam no cumprimento de suas funções e na manutenção do atendimento aos alunos.
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