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A primeira rodada da Mesa Permanente de Negociação da Campanha Salarial 2026 dos Servidores de Osasco ocorreu na manhã desta quarta, 8 de abril. O Sintrasp esteve com representantes das Secretarias de Administração, Finanças, Segurança, Educação e suas assessorias. O encontro, de caráter inicial, foi focado na leitura da pauta apresentada pelo Sindicato. Entre os pontos prioritários, está a reposição integral da inflação acrescida de 5% de ganho real, a extensão do vale-alimentação a todos os Servidores – independentemente da faixa salarial – e o fim do abono complementar da tabela 7, com incorporação definitiva aos vencimentos para fins de aposentadoria e tempo de serviço.


O debate também reservou espaço para demandas estruturais, como a elaboração de um plano de carreira para as categorias ainda desassistidas e a realização de concurso público. Um dos debates mais acalorados girou em torno da política de inclusão na rede municipal de ensino, considerada insustentável por sobrecarregar os Professores.




Apesar da amplitude do debate, a Administração não trouxe nenhuma contraproposta concreta. Ficou acordado que, no início de maio, após o fechamento do quadrimestre, os secretários de Administração e Finanças apresentarão a evolução orçamentária do município e uma devolutiva sobre os índices de reajuste, a política de descongelamento e os retroativos.
“Nós estaremos aqui acompanhando de perto a evolução da receita do Município, para que a gente tenha realmente um reajuste digno e decente para o funcionalismo. Temos um mês para isso e vamos monitorar cada passo das contas públicas e manter a categoria informada sobre os próximos desdobramentos”, afirmou o presidente Jessé de Castro Moraes.

Jessé de Castro Moraes (presidente);
João Ferreira (secretário-geral);
Professora Marta Barreto (vice-presidente da Educação);
Toninho do Caps (vice-presidente da Saúde).



Cláudio Monteiro (Administração);
Coronel José Virgolino de Oliveira (Segurança);
José Toste Borges (Educação);
Regiane Santo Trevelato (Finanças);
Suzete Franco (adjunta de Saúde).











O governo .faz ver o melhor pra eles,nós funcionário sempre ficamos no último plano, não podemos aceitar migalhas cuidar de mais de 1700 crianças não é fácil.